A World 1 está desenvolvendo “microesportes”, competições criadas do zero para terem um título mundial em até 30 segundos. O projeto visa adaptar o esporte à lógica de consumo de vídeos curtos, aproveitando a concentração de atenção em plataformas digitais.
O conceito surge no contexto do aumento do consumo de conteúdo em dispositivos móveis, impulsionando o mercado de microdramas verticais. A World 1 conta com dez medalhistas olímpicos como fundadores ou investidores, incluindo Janet Evans e Jackie Joyner-Kersee. Além disso, o projeto recebe apoio de investidores como Mark Cuban e a Palms Sports, holding sediada nos Emirados Árabes Unidos.
As primeiras modalidades lançadas são focadas em força e velocidade, sendo de fácil compreensão em segundos. Uma delas exige que atletas corram dez jardas para medir a velocidade máxima em um minuto, enquanto a outra define o campeão pelo maior peso levantado no supino e no agachamento no mesmo período.
O modelo de receita da empresa segue a lógica de produto de mídia, priorizando publicidade, patrocínio e licenciamento, sem depender de assinaturas nesta fase. A organização também desenvolveu uma arena modular, projetada para ser itinerante, semelhante a uma turnê de espetáculo.

