Diversas empresas brasileiras divulgaram resultados financeiros e movimentações corporativas em agosto de 2026. A JBS registrou prejuízo líquido de US$ 102 milhões no segundo trimestre, enquanto o BTG Pactual alcançou lucro líquido contábil recorde de R$ 4,9 bilhões. A Taesa também recebeu licença para iniciar obras de um novo projeto.
A holding Itaúsa divulgou lucro líquido recorrente de R$ 4,3 bilhões no segundo trimestre, um crescimento de 7% em relação ao ano anterior. A Caixa Seguridade registrou lucro líquido gerencial de R$ 1,14 bilhão, marcando alta de 9,5% em comparação com o mesmo período de 2025. Já a Natura apresentou lucro líquido de R$ 35 milhões no período, valor 82% menor que o registrado no segundo trimestre de 2025.
No setor de energia, a Taesa obteve da Cetesb a Licença de Instalação para o projeto Juruá, em Barra Bonita (SP). O empreendimento possui Receita Anual Permitida (RAP) de R$ 20,5 milhões e deve entrar em operação em junho de 2028. Paralelamente, a Fleury aprovou a 11ª emissão de debêntures, totalizando R$ 1,83 bilhão, exclusiva para investidores profissionais.
Outros destaques incluem a Movida, que teve lucro líquido de R$ 136 milhões, com alta de 101% em relação ao ano passado, e a JSL, que registrou lucro líquido de R$ 12 milhões, queda de 43,7% em relação ao 2T25.


