Enfermeiras que trabalham em Ceuta relatam um colapso sanitário, enfrentando mais de duzentos casos diários. O corpo de profissionais considera o efetivo insuficiente, forçando horas extras e dobrar turnos para atender a demanda.
As doenças mais frequentes no local são aquelas associadas ao aglomeração. O registro diário inclui mais de duzentos casos de gastroenterite aguda, vinte casos de sarna, vinte e um casos de impetigo e quatro casos de tuberculose.
O Conselho de Enfermagem de Ceuta informou que a situação é agravada por casos em assentamentos nas praias. O acompanhamento desses pacientes apresenta maior complexidade, segundo o órgão.
A escassez de pessoal obriga os profissionais a cumprirem jornadas estendidas para dar conta do volume de atendimentos exigido pela população local.


