A escassez de chips de inteligência artificial dificulta o desenvolvimento de modelos por startups, afetando especialmente aquelas com recursos limitados. O desafio reside na obtenção de grandes clusters de unidades de processamento gráfico para o treinamento intensivo de IA.
Gigantes de tecnologia, como a OpenAI, sentem o impacto da falta de chips de IA. Contudo, as startups que buscam criar seus próprios modelos são as mais atingidas, pois precisam alocar seu capital escasso na aquisição de poder de processamento.
Evan Morikawa, que trabalha na startup Generalist, focada em IA para robótica, descreveu a busca por chips como um processo complexo. Ele conversou com cerca de dezessete provedores de nuvem de IA na tentativa de assegurar a capacidade de computação para sua empresa.
Quando Morikawa procurou chips na semana passada, os provedores de computação em nuvem ofereciam contratos a preços razoáveis com vigência de até um ano. No entanto, após seis meses de um contrato anual, a Generalist necessitou de mais capacidade, forçando o empresário a iniciar uma nova busca por aproximadamente mil chips.


