Especialistas apontam que a eficácia do gasto educacional depende de onde o dinheiro é aplicado. O debate foca se os recursos seguem as instituições ou os estudantes, um tema ilustrado por casos de Nova York e Louisiana.
Nova York, por exemplo, investiu cerca de 40 bilhões de dólares em 2024, o que representa aproximadamente 36 mil dólares por aluno, um dos maiores valores do país. Contudo, relatórios indicaram que em 503 das 906 escolas estudadas, a maioria dos alunos não atingiu proficiência em leitura e matemática. Dados estaduais mostraram que apenas 29% dos alunos do oitavo ano eram proficientes em leitura.
Em Chicago, apesar de aumento no financiamento, em 2025 apenas 43% dos alunos do terceiro ao oitavo ano atingiram o padrão de proficiência em leitura. Em Louisiana, a situação diverge. O estado avançou em progresso acadêmico e expansão da escolha parental, alcançando o primeiro lugar nacional em crescimento de leitura.
A filosofia adotada por autoridades de Louisiana foca em direcionar o financiamento aos estudantes, através de programas como o LA GATOR. Flórida também apresenta dados de longo prazo que mostram melhoria acadêmica em escolas que competem com programas de bolsa.


