O Defiance Large Cap ex-Mag 7 ETF (XMAG) superou o S&P 500 em 2026, enquanto o Roundhill Magnificent Seven ETF (MAGS) ficou abaixo do índice. O XMAG obteve 15,95% no ano, contra 13,39% do S&P 500, e 4,82% do MAGS.
O MAGS, lançado em 11 de abril de 2023, oferecia exposição igual ponderada às sete maiores empresas do S&P 500. O fundo registrou retorno de 190,29% até 7 de agosto de 2026. Contudo, em 2026, o desempenho do MAGS foi afetado pela queda de ações como Tesla, que registrou -26,94% no ano, e pelo peso de títulos do Tesouro nos ativos do fundo.
O XMAG acompanha o índice BITA US 500 ex-Magnificent 7 e possui cerca de 175,40 milhões de dólares em ativos. O fundo detém ações do S&P 500 que não fazem parte das sete maiores empresas, adicionando pesos em setores como financeiro, saúde e energia. As maiores posições do XMAG, em 31 de maio de 2026, eram Broadcom, com 4,78%, e Micron, com 2,51%.
A diferença de estratégia é notável. Um investidor do MAGS aposta em sete nomes concentrados. O detentor do XMAG possui cerca de quinhentas grandes empresas, excluindo as sete mais valorizadas globalmente, capturando o desempenho do índice sem expor ao risco das ações que estagnaram.
Apesar do desempenho superior, o XMAG tem desvantagens. Se as sete maiores empresas retomarem a liderança, o XMAG terá desempenho inferior por design. Além disso, seu patrimônio líquido, de cerca de 143 milhões de dólares em 31 de maio de 2026, é menor que os 3,5 bilhões de dólares do MAGS.

