O Departamento de Estado dos Estados Unidos divulgou um vídeo afirmando que a influência do país no Hemisfério Ocidental não será questionada. A publicação, que detalha a Doutrina Monroe, utiliza a operação que capturou um ex-ditador venezuelano em 3 de janeiro como evidência da política externa americana.
A peça de cinco minutos e meio, veiculada na rede social X, traça um histórico da doutrina criada em 1823 pelo presidente James Monroe. Segundo o material, a ação dos Estados Unidos contra o ex-ditador venezuelano enviou um “forte sinal a todo o hemisfério”. O discurso de Trump, reproduzido no vídeo, reforçou a ideia de que o domínio americano não seria mais contestado sob a nova estratégia de segurança nacional.
Historicamente, a doutrina defendia o princípio de “América para os americanos” e visava impedir a retomada de influência por potências europeias no continente. O vídeo também fez um retrospecto, citando o apoio dos EUA à independência panamenha em 1903 e a crise dos mísseis de Cuba em 1962, quando John F. Kennedy recorreu à doutrina.
A narrativa conclui que a doutrina, que começou como advertência às potências europeias, evoluiu para uma estrutura de domínio regional. O material afirma que, ao longo de mais de dois séculos, a Doutrina Monroe moldou a política externa dos Estados Unidos em diferentes contextos geopolíticos.


