Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: EUA ampliam cota de importação de carne bovina magra
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

EUA ampliam cota de importação de carne bovina magra

Carla Fernandes
Última atualização: 28 de agosto de 2026 13:35
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A indústria brasileira de carnes avalia positivamente a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de ampliar a cota de importação de carne bovina magra com tarifa reduzida. A medida, oficializada na quarta-feira (26), entra em vigor no dia 1º de setembro e visa aumentar o volume de proteína no mercado norte-americano.

O decreto da Casa Branca estabelece um aumento de 300 mil toneladas no volume de carne magra que entrará no país com imposto reduzido nos próximos 90 dias. O fluxo será de 100 mil toneladas por mês até 30 de novembro. Como condição, os produtos devem ser comercializados nos EUA a preços 25% inferiores aos praticados atualmente.

A Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec) informou que a iniciativa representa uma oportunidade para o setor, embora o Brasil não seja o único beneficiado. A entidade demonstrou cautela quanto à exigência de preços baixos, afirmando que a regra limita ganhos imediatos de margem para a indústria.

Para a Abiec, o novo espaço nos EUA não substitui o volume de carne que deixou de ir para a China devido ao esgotamento da cota de importação livre de tarifas. A associação explicou que os mercados são complementares, pois chineses e norte-americanos demandam perfis de produtos distintos. A nova cota americana foca em carnes magras, conhecidas como lean beef trimmings, usadas em hambúrgueres e carne moída.

A Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) recebeu a decisão com mais otimismo. O presidente da entidade, Paulo Mustefaga, afirmou que a medida chega em momento importante e pode mitigar os efeitos do esgotamento da cota de exportação para a China, oferecendo uma alternativa adicional em um período de pressão no comércio internacional.

A Abrafrigo informou que Pará, Acre e Maranhão não poderão aproveitar a medida por não estarem habilitados a exportar carne bovina para os EUA. A associação cobrou o avanço na habilitação de plantas exportadoras em novos estados para que a oportunidade alcance mais produtores e empresas.

TAGGED:ABIECabrafrigoCarne BovinaComércio exteriorEstados Unidosexportacao-de-carne
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Endividamento das famílias brasileiras fica estável em junho
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?