A organização do Eurovision Song Contest anunciou que países em estado de guerra não poderão sediar o concurso internacional. A regra, implementada após questionamentos sobre a segurança e estabilidade de nações, afeta o ciclo de sedes do evento.
A decisão surgiu após vários países europeus se ausentarem da edição deste ano devido à participação de um país em conflito. Segundo a organização, a mudança visa garantir um ambiente seguro e acolhedor para os artistas.
Os organizadores estabeleceram que o país vencedor se tornará automaticamente inelegível para sediar caso haja um conflito armado ou situação geopolítica sensível afetando sua região. A regra complementa outras alterações, como o aumento da idade mínima dos participantes para dezoito anos.
A controvérsia se intensificou após a participação do país em questão nas edições de dois mil e vinte e cinco e dois mil e vinte e seis. Houve questionamentos sobre a postura do concurso em relação a nações em guerra, como ocorreu com a suspensão da participação de outro país em dois mil e vinte e dois.
Anteriormente, o evento já teve mudanças de sede por questões geopolíticas. A nova norma formaliza o processo de verificação de segurança, permitindo que a EBU nomeie uma nova sede caso o país vencedor não possa sediar.


