O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro criticou a obrigatoriedade da vacinação infantil no Brasil, prevista no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Ele defendeu a adoção do modelo de isenção do Texas, onde assinou uma declaração juramentada para sua filha.
O ex-parlamentar afirmou que o modelo texano deveria ser adotado no país. Ele declarou que, no Texas, pagou dez dólares para obter uma declaração juramentada, assumindo a responsabilidade pela filha não tomar vacinas. Eduardo Bolsonaro criticou a política brasileira, dizendo que “papai Lula obriga que todas as crianças se vacinem com tudo quanto é tipo de coisa. E se der alguma coisa errado, certamente ele não será o responsabilizado”.
O ex-deputado também mencionou que uma fabricante de vacinas se isentava de responsabilidade por efeitos colaterais na bula durante a pandemia. Ele argumentou que os pais devem decidir o melhor para os filhos, sem responsabilização compartilhada com o Estado. “Até porque se ocorrer algum efeito colateral, ninguém do governo vai ser responsabilizar. Ou talvez muito pelo contrário, né? Vão até abafar uma investigação, que só aumenta a suspeita”, afirmou.
Em contrapartida, o Ministério da Saúde informa que vacinar nos primeiros mil dias de vida é um cuidado essencial. Segundo o órgão, essa prática protege a criança contra intercorrências e doenças graves, seguindo o Calendário Nacional de Vacinação.


