Um ex-jogador da NFL, natural do Quênia, foi deportado dos Estados Unidos após permanecer no país de forma irregular por quase uma década, informou o Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE). O atleta, que teve o visto expirado em 2016, acumulou diversas prisões por acusações como intimidação e agressão.
O ICE comunicou que o ex-atleta recebeu ordem para deixar o país em 23 de março e foi deportado em 20 de junho. Douglas Thompson, diretor assistente do escritório do ICE em Chicago, afirmou que pessoas que violam a lei de imigração são responsabilizadas, incluindo ex-atletas profissionais. Thompson declarou que a remoção do indivíduo representava um ganho de segurança para a comunidade.
O atleta ganhou notoriedade em 2013 ao trocar o rugby pelo futebol americano e assinou com o Indianapolis Colts, onde jogou por duas temporadas. De acordo com o ICE, ele permaneceu nos EUA após o vencimento do visto. Em 2020, o ex-jogador foi condenado por dano criminal e recebeu pena de 364 dias de prisão.
As acusações mais recentes contra o ex-jogador se enquadram na Lei Laken Riley, sancionada em janeiro de 2025. Essa legislação determina a detenção de imigrantes em situação irregular acusados de determinados crimes violentos ou de furto enquanto aguardam julgamento.

