O Serviço de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (ICE) confirmou a deportação de um ex-jogador da NFL, natural do Quênia, após ele permanecer irregularmente no país por quase uma década. O atleta, que teve o visto expirado em 2016, acumulou diversas prisões por acusações como intimidação e agressão.
O ex-linebacker do Indianapolis Colts recebeu ordem para deixar os Estados Unidos em 23 de março e foi removido em 20 de junho, conforme comunicado do ICE. Douglas Thompson, diretor assistente do escritório do ICE em Chicago, afirmou que “pessoas que violam a lei de imigração são responsabilizadas da mesma forma, incluindo ex-atletas profissionais”.
Segundo o ICE, o atleta foi preso várias vezes na última década por condutas desordeiras. Em 2020, ele foi condenado por dano criminal, recebendo pena de 364 dias de prisão. As acusações mais recentes contra ele se enquadram na Lei Laken Riley, sancionada em janeiro de 2025.
A imprensa local relatou que o ex-atleta enfrentou problemas de saúde mental após deixar a liga. Em 2017, após ser acusado de intimidação e vandalismo, um juiz determinou avaliação psiquiátrica, e ele foi considerado incapaz de responder judicialmente, sendo encaminhado a um hospital psiquiátrico.

