Alexandre Kalil, ex-prefeito de Belo Horizonte, declarou durante debate no domingo (16) que não leu o plano de governo integralmente para a eleição de 2026. A fala ocorreu após questionamento sobre propostas para trabalhadores de aplicativo em Minas Gerais.
O candidato do PDT respondeu ao questionamento do candidato do MDB, que mencionou medidas previstas no programa de Kalil. O ex-prefeito explicou que estudou o estado com cuidado e debatou pessoalmente, dizendo ter lido apenas o resumo do documento.
Kalil também contestou a alegação do adversário sobre restrição à atuação de trabalhadores de aplicativo durante sua gestão na capital mineira. Ele afirmou que trouxe Uber e táxi para discussão, mencionando que houve um acordo complexo na época para responder às mudanças trazidas pela expansão dos aplicativos.
O candidato do MDB reagiu à declaração, afirmando que leu seu próprio plano de governo e não assina documentos sem ler. O confronto entre os dois avançou para o comportamento de Kalil no debate, quando ele rebateu críticas sobre o uso da expressão “tom professoral”, classificando-a como uma forma idiomática.


