Mais de sessenta trabalhadores que atuaram como servidores temporários na área da saúde de Juiz de Fora denunciam o atraso no pagamento de verbas rescisórias. Os profissionais, que preferem não se identificar, afirmam que o número de afetados pode ser maior. O problema envolve contratos encerrados em 2025 e 2026.
Os relatos indicam que a maioria dos atingidos são técnicos de enfermagem. Os contratos tinham duração de um ano e foram finalizados em dezembro de 2025, janeiro de 2026 e julho de 2026. Os valores das rescisões, segundo os funcionários, giram em torno de R$ 4,5 mil a R$ 5 mil por pessoa.
Os valores pendentes incluem férias proporcionais com adicional de um terço, décimo terceiro salário proporcional, salário do último mês trabalhado e adicionais de penosidade. A situação foi formalizada em uma carta de repúdio endereçada à Prefeitura de Juiz de Fora, datada de 6 de agosto de 2026.
Os servidores alegam que o atraso gera dificuldades financeiras para suas famílias, afetando o pagamento de aluguel, contas básicas e alimentação. A imprensa tentou contato com a Prefeitura de Juiz de Fora para obter informações sobre a data do acerto, mas não obteve retorno.


