Os exercícios militares realizados entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos foram ajustados para ocorrer entre os dias 17 e 21 de agosto. O Corpo de Chefes de Estado-Maior sul-coreano informou que os parceiros concordaram em limitar o escopo de parte dos treinamentos.
Um representante do Pentágono declarou à agência de notícias que os ajustes mantêm os objetivos básicos de prontidão e treinamento militar, sem enfraquecer os propósitos dos Estados Unidos.
A Coreia do Norte condenou os manobras militares na quarta-feira. O país classificou a Coreia do Sul e os EUA como “invasores de guerra”, alegando que os exercícios elevam a tensão na Península Coreana.
A liderança norcoreana critica os treinamentos há muito tempo, afirmando que eles preparam uma possível invasão. O chefe da Casa Branca explicou que a decisão de restringir a participação americana foi tomada com base no bom relacionamento com o líder norcoreano.
O presidente americano, durante seu primeiro mandato ativo, reuniu-se com o líder da Coreia do Norte três vezes, discutindo, entre outros temas, o programa nuclear do país. Entretanto, a reunião foi interrompida em 2019, e a nação isolada intensificou os testes de mísseis desde então.


