O Exército dos EUA está treinando agentes de inteligência artificial para atuar em funções cibernéticas específicas dentro de unidades operacionais. Os sistemas realizam tarefas técnicas enquanto comandantes humanos decidem os riscos operacionais envolvidos.
O Comando Cibernético do Exército (ARCYBER) prepara esses agentes para desempenhar deveres técnicos junto a militares. O desenvolvimento ocorre por meio da Task Force Lexington, que supervisiona os programas de IA da organização. O treinamento abrange posições como desenvolvedores, analistas de dados e analistas de exploração, seguindo padrões similares aos de pessoal humano.
Para serem designados a missões sob supervisão, os agentes precisam obter aprovação de prontidão de qualificação de emprego. Caso cometam um erro, os militares corrigem a abordagem antes de enviar o agente para mais treinamento. A equipe da Task Force Lexington conta com cerca de dez profissionais técnicos experientes.
Atualmente, os agentes de IA já são utilizados na caça a redes e na gestão de riscos cibernéticos, protegendo os sistemas de informação do Exército em operações diárias. Apesar do uso expandido, o Exército não autorizou os agentes a assumirem riscos operacionais sozinhos.
Um oficial do Exército afirmou que os adversários agem em velocidade de máquina, exigindo que as forças americanas acompanhem e superem esse ritmo. A abordagem atual combina atividade cibernética automatizada mais rápida com a supervisão humana em decisões que exigem julgamento direto.

