A família de um turista de dezoito anos, que morreu após um cavalo disparar durante um passeio de carruagem no Central Park, busca cem e cinco milhões de dólares da cidade de Nova York. O incidente ocorreu em dezessete de junho, próximo à Cherry Hill, e a família alega que um surto de voltagem elétrica pode ter causado o pânico do animal.
O jovem, que visitava Nova York vindo da Índia, sofreu ferimentos graves na cabeça durante o ocorrido. Segundo o advogado da família, Sagar Chadha, o acidente foi evitável e decorreu de falhas em salvaguardas básicas, apesar de avisos anteriores.
Os documentos de queixa citam que voltagem elétrica residual ou de contato na área contribuiu para que o cavalo fosse chocado, agitado e disparasse. A ação judicial nomeia a cidade, a Con Edison e diversos órgãos municipais, como os departamentos de Parques e Recreação e Transporte.
A tragédia aconteceu pouco depois de uma proposta de proibição de carruagens de Nova York falhar no ano anterior. Um novo projeto de lei, que visa banir os veículos até junho de dois mil vinte e oito, ganhou impulso após o falecimento do jovem.
A Con Edison confirmou que detectou níveis baixos de voltagem residual na região em datas posteriores ao acidente, o que reforça a alegação da família sobre as condições elétricas no local.

