A Fecomércio-RS divulgou um manifesto direcionado aos candidatos ao Piratini, à Assembleia Legislativa e ao Congresso Nacional. O documento exige um ambiente de negócios previsível e controle de gastos públicos para os empreendedores gaúchos.
O texto aponta que os empresários gaúchos enfrentam dificuldades após os prejuízos da pandemia e das enchentes, vivendo em um cenário nacional de juros elevados. Além dos problemas macroeconômicos, a entidade menciona a insegurança jurídica trabalhista, o peso da carga tributária e a concorrência desleal de importações digitais.
Luiz Carlos Bohn, presidente do Sistema Fecomércio-RS, afirmou que o desenvolvimento sustentável requer gestores comprometidos com a estabilidade institucional, a educação pública e a melhoria da infraestrutura.
Em outra frente, magistrados do Tribunal Regional do Trabalho se reuniram com representantes da Polícia Federal e da Organização Internacional para as Migrações. O encontro tratou dos obstáculos burocráticos na regularização de trabalhadores estrangeiros no Rio Grande do Sul.
O fluxo migratório no estado cresceu de dezesseis mil registros em dois mil vinte e dois para trinta e três mil em dois mil vinte e cinco, pressionando a capacidade operacional da PF. A corporação planeja terceirizar funcionários para triagem e estudar ferramentas tecnológicas para conferência de documentos.

