A FIFA defendeu seu presidente, Gianni Infantino, neste sábado, classificando os ataques recebidos da Confederação Africana de Futebol (CAF) e da CONMEBOL como injustos. A entidade declarou que não apoiará processos eleitorais incompatíveis com os estatutos e apontou um “esforço coordenado e contínuo” para minar a liderança do dirigente.
A declaração oficial da FIFA ecoou as discussões com Associações-Membro e Confederações globais. Segundo a entidade, o presidente foi eleito democraticamente e continua no cargo com o mandato conferido pelas Associações-Membro. A FIFA afirmou que não facilitará ou tolerará qualquer processo eleitoral que contrarie os procedimentos democráticos e o modelo de governança estabelecido.
As críticas a Infantino têm sido intensas, especialmente por parte da UEFA, que manteve a ameaça de boicotar Copas do Mundo por considerar insuficiente a retirada de um projeto polêmico. A FIFA contestou alegações sem fundamento, dizendo que especulações não podem ser apresentadas como fatos.
A organização mencionou que o presidente dedicou mais de 30 anos à contribuição do futebol mundial. A FIFA acolhe escrutínio legítimo, mas alertou que ele não pode justificar tentativas de enfraquecer o mandato democrático da instituição.

