A fila de pedidos de aposentadorias, pensões e outros benefícios previdenciários caiu pela metade após a convocação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O número, que chegou a 3,1 milhões em fevereiro, atingiu 1,6 milhão em julho. O governo busca reduzir o índice para 1,3 milhão em setembro.
A redução na fila do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) é vista como um avanço, embora o método utilizado gere ceticismo. A queda foi observada após a intervenção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que mobilizou esforços para desafogar o sistema.
O fator que impulsionou a eficiência parece estar ligado ao aumento nas rejeições de pedidos. Entre janeiro e maio, a média mensal de pedidos rejeitados cresceu mais de 70%, passando de 395 mil para 669 mil, segundo dados apresentados.
A meta estabelecida pelo governo é que a fila do INSS alcance 1,3 milhão de pedidos até setembro, período próximo às eleições. A iniciativa do Planalto possui motivação eleitoral, mas a queda no volume de espera é um fato registrado.


