Cerca de cinquenta servidores da Segurança Social exigem nova correção nas provas de ascensão. De mil vagas oferecidas, apenas vinte e sete pessoas foram aprovadas, um percentual que os afetados classificam como inédito em concurso estatal.
O baixo índice de aprovação motivou um grupo de cerca de cinquenta funcionários a enviar documentos à ministra da Segurança Social, Elma Saiz, ao Defensor do Povo e ao tribunal calificador. Os servidores alegam que houve um erro no processo de avaliação.
Os recorrentes solicitam a revisão das provas, entendendo que um equívoco ocorreu na aplicação ou correção dos exames. A Segurança Social, por sua vez, afirma não ter detectado falhas no procedimento.
O concurso visava preencher mil vagas no Corpo de Gestão da Administração da Segurança Social. A aprovação de apenas 2,7% dos candidatos gerou a contestação formal por parte dos funcionários envolvidos.


