O músico Gabriel Pompeu, de 16 anos, desenvolve um trabalho na cena musical paraense que combina a identidade do brega internacional com referências da música pop mundial. O artista, que canta, compõe e toca guitarra, utiliza a sonoridade regional para dialogar com tendências internacionais de música.
O contato com a música começou aos sete anos, quando Pompeu recebeu a primeira guitarra de presente de sua avó. O interesse inicial pelo instrumento evoluiu para o estudo da guitarrada, do canto e da composição.
A formação do jovem foi influenciada pelo ambiente familiar. O pai trabalha como produtor, o avô é baterista e a tia é cantora. Segundo o artista, a convivência com parentes músicos despertou a vontade de escrever as próprias canções.
A base cultural do Pará aparece nas primeiras produções do músico. A primeira composição de Pompeu foi uma guitarrada e a primeira música que aprendeu a tocar foi um carimbó, gêneros que ele pretende manter em sua trajetória profissional.
O artista utiliza redes sociais para divulgar vídeos que alcançaram milhares de visualizações. A estratégia de divulgação foca na mistura entre a sonoridade local e a estética do pop global para atrair novos públicos.


