A Secretaria da Economia de Goiás prorrogou para o dia 1º de novembro o prazo para que empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões integrem pagamentos eletrônicos à emissão de documentos fiscais. A medida, definida por Instrução Normativa, adia a exigência que começaria em 1º de setembro.
A decisão visa permitir que os estabelecimentos concluam as adaptações necessárias em seus sistemas. A mudança também impactou a etapa final do cronograma: empresas com faturamento anual de até R$ 360 mil, que deveriam iniciar a obrigatoriedade em 1º de dezembro de 2026, agora têm prazo até 1º de fevereiro de 2027.
O sistema integra transações feitas por Pix, cartões ou outros meios eletrônicos ao documento fiscal da operação. A conexão automatizada entre o pagamento e a nota reduz a necessidade de procedimentos manuais no momento da venda.
A implantação ocorre de forma gradual no estado desde novembro de 2025. A fase inicial contemplou farmácias, postos de combustíveis, supermercados e hipermercados com faturamento anual superior a R$ 4,8 milhões.
A Secretaria da Economia informou que a integração traz agilidade no atendimento, diminui erros de digitação de valores e simplifica a conciliação bancária. O vínculo entre o pagamento e o documento fiscal evita divergências entre registros bancários e declarações de impostos.
Para o consumidor, a medida facilita a comprovação da compra em casos de trocas, contratação de seguros ou acionamento de garantias.


