Goiás registrou taxa de desemprego de 4% no segundo trimestre de 2026, conforme dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa queda em relação ao trimestre anterior, quando foi de 5,1%, e fica abaixo da média nacional de 5,4% no mesmo período.
O levantamento do IBGE também detalhou outros indicadores do mercado de trabalho estadual. A taxa de informalidade alcançou 36,1% entre abril e junho. Este percentual subiu frente aos 34,2% do trimestre anterior, mas permaneceu abaixo da média brasileira, que atingiu 37,4%.
Um dado relevante foi a subutilização da força de trabalho em Goiás, que registrou 8% no segundo trimestre. Esse número marca o menor percentual na série histórica da PNAD Contínua no estado. O indicador considera pessoas desocupadas, trabalhadores subocupados por insuficiência de horas e aqueles disponíveis para trabalhar, mas fora da força de trabalho.
A informalidade em Goiás, apesar do avanço comparado aos três meses anteriores, manteve-se inferior ao dado nacional. A PNAD Contínua acompanha trimestralmente as condições do mercado, fornecendo dados sobre emprego, desemprego, informalidade e subutilização da população.


