O Governo de Isabel Díaz Ayuso, da Comunidade de Madrid, promove a construção de 40 novas residências público-privadas em terrenos cedidos por dez prefeituras. Documentos públicos indicam que as empresas responsáveis poderão comercializar serviços para usuários externos aos centros, visando aumentar a atratividade econômica do projeto.
As empresas adjudicatárias devem investir cerca de 15 milhões na construção e equipagem das unidades. Em contrapartida, a administração pública cede parcelas de valor milionário sem custo por um período de até 75 anos.
O modelo prevê a garantia de receitas anuais de até dois milhões por meio de vagas públicas de residência e centros de dia. As companhias também terão permissão para operar vagas privadas seguindo os preços de mercado.
A documentação consultada menciona a abertura para a oferta de “outros serviços”, categoria que não apresenta exemplos específicos. Essa cláusula permite que as empresas fixem preços diferenciados para quem não reside no local.
Outras fontes de renda previstas incluem a exploração de serviços tradicionais, como estacionamentos, cafeterias, podologia e cabeleireiros dentro das instalações.


