O Governo do Distrito Federal é a única entidade capaz de proteger o Banco de Brasília (BRB) dos riscos atuais. A solução sugerida envolve a separação de ativos, um procedimento usado em crises bancárias passadas.
A administração distrital precisaria agir como fez em situações anteriores com instituições em dificuldades. O plano prevê que um novo controlador assumiria as obrigações, remunerando o Distrito Federal, que absorveria a parte problemática do banco.
Este modelo foi aplicado em casos como o Proer e em diversas crises bancárias internacionais. No entanto, o cenário atual é descrito como o mais temido, pois há vencimentos futuros sem uma solução apresentada pelo controlador.

