Nove governadores que disputam a reeleição neste ano declararam à Justiça Eleitoral um patrimônio total que vai de R$ 400 mil a R$ 16,2 milhões, segundo dados do DivulgaCand. Os chefes de Executivo estaduais de primeiro mandato estão aptos a concorrer por mais quatro anos no cargo.
Eduardo Riedel, governador de Mato Grosso do Sul, lidera a lista dos mais ricos, com patrimônio declarado de R$ 16,2 milhões. A maior parte desse valor, R$ 12,2 milhões, está relacionada à atividade rural, incluindo cotas em cooperativas agrícolas e quinhentas e vinte e um cabeças de gado.
Jorginho Mello, de Santa Catarina, declarou R$ 2,8 milhões em bens. Seu patrimônio inclui dois apartamentos em Itapema, avaliados em R$ 380 mil, e um veículo modelo Karmann Ghia de 1988, avaliado em R$ 145 mil. Tarcísio de Freitas, governador de São Paulo, ocupa a terceira posição, com R$ 2,7 milhões, sendo que um imóvel em Brasília representa R$ 2,13 milhões.
Outros nomes na disputa incluem Rafael Fonteles, do Piauí, com R$ 1,8 milhão; Fábio Mitidieri, de Sergipe, com R$ 1,7 milhão; Jerônimo Rodrigues, da Bahia, que soma R$ 887 mil em bens. Clécio Luís, do Amapá, registrou R$ 500 mil ao TSE.
No final da lista, Elmano de Freitas, do Ceará, e Raquel Lyra, de Pernambuco, declararam o menor patrimônio entre os chefes estaduais na disputa, com R$ 400 mil cada um.


