Um grupo europeu de fertilidade propôs limites internacionais para o número de filhos que um único doador de sêmen pode gerar. A sugestão surge após relatos de pessoas concebidas por doação que descobriram ter dezenas ou centenas de irmãos.
A proposta visa endereçar questões de identidade e estrutura familiar. Um homem de 47 anos, concebido em clínica privada com sêmen anônimo, descobriu um irmão, mas pode ter outros desconhecidos. Outros indivíduos com concepção por doação relataram ter dezenas ou centenas de parentes.
Um dos relatos citados indicou que o indivíduo descobriu ter 25 meio-irmãos, o que gerou a sensação de ser “um pouco produzido em massa”. Em resposta a esses casos, a organização europeia de fertilidade defende a necessidade de estabelecer limites globais para a contribuição de um único doador.

