Um hematoma subdural, acumulado entre o cérebro e o crânio, foi a causa da morte do ex-boxeador porto-riquenho, Prichard Colón, confirmada na última quinta-feira (13). O problema, geralmente ligado a traumatismos cranianos, deixou o atleta em estado vegetativo por 11 anos.
Colón sofreu o trauma durante uma luta em 2015, quando tinha 23 anos. O atleta recebeu golpes na nuca durante o combate contra o norte-americano Terrel Williams, região proibida no boxe. Após os impactos, ele apresentou tontura e náusea, e a luta foi interrompida.
O boxeador precisou ser submetido a uma cirurgia para reduzir a pressão cerebral. Inicialmente, ele permaneceu em coma por 221 dias. Ao acordar, Colón permaneceu em estado vegetativo, dependendo totalmente dos pais para as atividades diárias.
Na época do incidente, Colón possuía apenas dois anos de carreira profissional e era visto como um nome promissor. Ele acumulou 23 vitórias, sendo 13 por nocaute, e teve apenas uma derrota. O anúncio do falecimento foi feito por seu pai por meio de redes sociais.


