A inteligência artificial pode substituir escritores, opinam alguns editores e novelistas. Outros argumentam que a tecnologia já está substituindo os leitores. A discussão surge após anúncios de empresas sobre marca d’água em textos gerados.
Alguns profissionais do setor consideram que a IA pode acabar com a necessidade de escritores. Essa visão divide o campo literário. Outra vertente do debate sugere que o avanço tecnológico já está alterando o comportamento dos leitores.
Recentemente, a empresa Anthropic anunciou uma marca d’água para identificar textos criados por inteligência artificial. Poucas horas depois, foi divulgada uma ferramenta capaz de desativar essa marcação.
O tema coloca em pauta as mudanças no processo criativo e na relação entre o autor e o público. A imprensa acompanha o desenvolvimento dessas ferramentas e suas implicações no futuro da escrita.


