A inteligência artificial passa a atuar em diversas fases da criação visual, permitindo comandos de texto, geração de referências e remoção de elementos. Essa mudança transforma a rotina de designers e produtores de conteúdo, embora o trabalho manual ainda seja necessário.
O processo visual, antes baseado em pesquisa, rascunho e montagem manual, agora incorpora a IA em etapas como geração de referências e criação de variações. Contudo, a fragmentação das tarefas, onde cada etapa utiliza uma ferramenta diferente, impõe um novo desafio aos profissionais.
O fundador do Designi, Jhones Marcos, afirmou que a IA pode acelerar algumas fases, mas que o trabalho de escolha, combinação e revisão depende do profissional. Por isso, o Designi está estruturando o Designi Studio para reunir recursos de IA para imagens, vídeos e áudios.
O novo ambiente prevê módulos para geração e edição de imagens, produção de texturas e criação de elementos tridimensionais. Os arquivos gerados por IA ainda demandam correções de proporção, tratamento de cores e ajustes tipográficos, exigindo que o profissional avalie o resultado em relação ao projeto.
O Fórum Econômico Mundial relatou, em seu estudo Future of Jobs 2025, que oitenta e seis por cento dos empregadores esperam que a IA provoque mudanças em seus negócios até o ano de 2030.


