O Ibovespa encerrou o pregão na quinta-feira (13) com queda de 6,12% acumulada nos oito dias, atingindo 167.100,95 pontos. A baixa consecutiva é rara desde janeiro de 2000, segundo levantamento da Elos Ayta.
A sequência de oito sessões seguidas de baixa no principal índice brasileiro é uma ocorrência incomum. A consultoria Elos Ayta registrou tal movimento em apenas sete ocasiões desde o ano 2000. A última vez que o índice registrou oito quedas seguidas foi em 10 de agosto de 2023, quando a perda acumulada foi de 2,95%.
A correção atual de 6,12% permanece abaixo das maiores quedas observadas em períodos de oito pregões desde 2000. No entanto, o movimento coloca o Ibovespa em um grupo restrito de momentos em que o mercado nacional apresentou baixa contínua, aponta o estudo.
Analisando as dez empresas do Ibovespa que mais perderam valor entre os dias 3 e 14 de agosto, o Itaú Unibanco lidera a queda. O banco registrou variação de R$ 43,546 mil milhões entre os dois pregões analisados.
Os dados da Elos Ayta indicam que quatro das dez empresas com maior desvalorização pertencem ao setor bancário. Entre as maiores perdas estão o Bradesco, com variação de R$ 19,117 mil milhões, e o Banco do Brasil, que perdeu R$ 16,499 mil milhões.


