O Ibovespa encerrou o pregão em queda de 0,20%, atingindo 173.371 pontos, após oscilar entre 173.221 e 174.310 pontos. O índice segue em correção após a máxima histórica de 199.354 pontos, e sua direção depende do rompimento de resistências ou da perda de suportes.
No gráfico diário, o índice negocia entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, indicando indefinição. Para que o Ibovespa ganhe tração compradora, é necessário romper a faixa de resistência em 178.340/181.560 pontos, com objetivos subsequentes em 187.780/192.890 pontos. Em contrapartida, a perda dos suportes em 173.150/170.500/169.665 pontos pode intensificar a pressão vendedora, abrindo caminho para 167.690/164.780 pontos.
No curto prazo, o viés é cauteloso. No gráfico de 60 minutos, o índice fechou abaixo das médias móveis, sinalizando predomínio vendedor. A recuperação depende do rompimento da resistência em 174.435/175.165 pontos, caso contrário, a queda pode acelerar até 166.295 pontos.
Nos minicontratos, o mini-índice (WINQ26) fechou com queda de 0,26%, mantendo o fluxo negativo. Já o minidólar (WDOQ26) caiu 0,42%, mas permaneceu acima das médias de 9 e 21 períodos no gráfico de 15 minutos. Os futuros de Bitcoin (BITN26) subiram 1,02%, mantendo-se acima das médias móveis de curto prazo.

