Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
OK
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
  • Cotidiano
  • Política
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 - BRASIL EM FOLHAS S/A
Leitura: Índia abre setor nuclear ao investimento privado
Compartilhar
Notificação Mostrar mais
Font ResizerAa
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Font ResizerAa
  • Política
  • Cotidiano
  • Economia
  • Mundo
  • Esporte
  • Cultura
  • Opinião
Procurar
  • Home
    • Política
    • Cotidiano
    • Economia
    • Mundo
    • Esporte
    • Cultura
    • Opinião
  • Anuncie
  • Fale Conosco
  • Expediente
Have an existing account? Sign In
Follow US
  • Anuncie
  • Expediente
  • Fale Conosco
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Economia

Índia abre setor nuclear ao investimento privado

Carla Fernandes
Última atualização: 15 de agosto de 2026 16:55
Carla Fernandes
Compartilhar
Tempo: 2 min.
Compartilhar

A Índia iniciou a abertura de seu setor de energia nuclear ao investimento privado com a divulgação de um projeto de lei pelo Departamento de Energia Atômica. A medida encerra décadas de domínio estatal na indústria e visa apoiar a meta de emissões líquidas zero até 2070.

As regras, divulgadas na última sexta-feira, seguem a reformulação das leis nucleares pelo Parlamento indiano. A legislação, chamada Lei SHANTI, extinguiu o monopólio estatal na geração nuclear e alterou disposições sobre responsabilidade civil, um ponto que antes preocupava investidores.

O primeiro-ministro Narendra Modi declarou, em discurso pelo Dia da Independência, a intenção do país de colocar cinco novos reatores nucleares em operação em seis a sete anos. O projeto estabelece um quadro para que empresas privadas construam, operem e desativem usinas, cobrindo licenciamento, segurança, gestão de resíduos e armazenamento de combustível usado.

O governo indiano estabeleceu como meta expandir a capacidade nuclear em onze vezes, totalizando 100 gigawatts até 2047. A minuta das regras está aberta a consulta pública até quatro de setembro.

Enquanto isso, no Brasil, a usina nuclear de Angra 3 permanece incerta. Apesar de ter dois terços das obras físicas concluídas, o empreendimento exige novo estudo técnico, econômico e jurídico pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), após paralisação em dois mil e quinze.

TAGGED:angra-3energia nuclearÍndiainvestimento-privadoPolítica EnergéticaTransição Energética
Compartilhe esta notícia
Facebook Whatsapp Whatsapp Telegram Copiar Link Print
Notícia Anterior Flamengo cede virada para o Cruzeiro e segue vice-líder do Brasileirão
Próximo notícia sitemap.xml
Banner
Portal de notícias Brasil em FolhasPortal de notícias Brasil em Folhas
Follow US
© 2024 BRASIL EM FOLHAS S/A
Bem vindo de volta!

Faça login na sua conta

Username or Email Address
Password

Lost your password?