O Instituto Brasileiro de Coaching (IBC) destinou 130 mil ingressos a imersões presenciais de desenvolvimento humano e inteligência emocional. O projeto, com investimento estimado em R$ 60 milhões, busca democratizar o acesso a ferramentas de autoconhecimento, combatendo a exclusividade do mercado.
O IBC posiciona o desenvolvimento humano como um equalizador social. Segundo José Roberto Marques, “Não existe ferramenta mais poderosa contra a pobreza do que o autoconhecimento”. A iniciativa dialoga com o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 4 (ODS 4) da ONU, que prega educação inclusiva, e com o ODS 10, focado na redução de desigualdades.
A necessidade de tal ação é reforçada por dados globais. Um relatório de 2025 sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável registrou que a participação da renda do trabalho no PIB global caiu de 52,9% em 2015 para 52,3% em 2024. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) também apontou que adultos de origem socioeconômica mais favorável acessam treinamentos de maior valor, enquanto outros se concentram em formações de tarefa.
José Roberto Marques afirmou que os ingressos representam “investimentos no futuro”, e não caridade. O modelo do IBC propõe que escala e acesso não são contraditórios, visando transformar indivíduos e suas comunidades em um contexto de barreiras de origem e renda.

