O Instituto Igarapé enviou seis diretrizes aos candidatos à Presidência da República. A proposta visa estruturar a governança ambiental brasileira para combater o desmatamento e o crime na Amazônia.
A entidade afirma que a Amazônia constitui um ativo estratégico do Brasil. Por isso, o Instituto defende a necessidade de uma transformação na governança ambiental, independentemente de quem assumir a presidência.
Segundo a diretora de pesquisa do Instituto Igarapé, Melina Risso, as diretrizes buscam transformar a política ambiental em uma política de Estado. O objetivo é impedir retrocessos na organização institucional dos últimos quatro anos e promover avanços.
A visão do instituto foca em construir um modelo que enfrente as dinâmicas que sustentam os crimes ambientais. Esse modelo deve, ao mesmo tempo, fomentar uma economia compatível com a preservação da floresta em pé.


