O irmão do presidente do governo foi condenado a nove anos de inabilitação por um delito de prevaricação. A decisão provocou reações políticas imediatas no Congresso, com diferentes partidos apresentando visões distintas sobre o caso.
O ministro de Transportes, Óscar Puente, afirmou que a condenação tem como objetivo derrubar o governo, alegando que ele não consegue fazê-lo por meio das urnas. A porta-voz do PP, Ester Muñoz, classificou o dia como ‘histórico’ e declarou que ‘em qualquer país faria cair a um Governo’.
O representante de Vox no Congresso, José María Figaredo, manifestou-se de forma contundente, afirmando que a sentença demonstra que ‘estes tipos são unos chorizos’. Em contraste, o porta-voz adjunto de Sumar, Alberto Ibáñez, considerou que nove anos de inabilitação é uma ‘autêntica desproporção’.
Ibáñez lançou um aviso, dizendo que a situação dificulta a crença no Estado de Direito no país, alertando para que não se ultrapasse os limites legais.


