Dois irmãos em Opava fingiram incapacidade para receber benefícios sociais. O mais velho, de trinta e sete anos, simulava doença desde dois mil e sete. Os indivíduos receberam aposentadorias e auxílios com base em avaliações falsas.
O mais velho, de trinta e sete anos, simulava sua condição de saúde desde dois mil e sete, segundo a Segsulka. Em avaliações médicas e com funcionários de órgãos públicos, ele recusava-se a se comunicar, fingindo retardo mental grave ou sono profundo. Os pais afirmavam que ele não conseguia se comunicar sozinho ou ir ao banheiro, além de apresentar agressividade sem motivo.
Três anos depois, o irmão mais novo, com dezenove anos, assumiu um papel semelhante. Os investigadores criminais relataram que os dois homens convenceram médicos e funcionários a acreditarem que necessitavam de cuidados contínuos e não eram autônomos. Com base nesses laudos, os irmãos receberam aposentadorias por invalidez e auxílios sociais.
A realidade, contudo, era outra. Durante a investigação, os criminosos se movimentavam por Opava sem vigilância. Eles visitavam centros comerciais, fechavam contratos de empréstimos em empresas não bancárias e contratavam serviços de operadoras de telefonia. A polícia constatou que os irmãos se comunicavam e se deslocavam sem problemas.
Os investigadores coletaram provas e acusaram cinco pessoas de fraude. O irmão mais velho recebeu indevidamente mais de 6,2 milhões de coroas, enquanto o mais novo recebeu mais de 5,3 milhões. Três homens enfrentam de dois a oito anos de prisão, e duas mulheres, de um a cinco anos.


