A Itaúsa registrou lucro líquido de R$ 5,244 bilhões no segundo trimestre de 2026, marcando um crescimento de 29,5% em comparação com os R$ 4,050 bilhões apurados no mesmo período de 2025. O resultado foi divulgado nesta segunda-feira (10). O lucro líquido recorrente alcançou R$ 4,306 bilhões, um avanço de 7,1% na comparação anual.
O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROE) da companhia ficou em 22,8%, superior aos 18,5% registrados no segundo trimestre de 2025. A diferença entre o avanço do lucro líquido e o desempenho mais moderado do resultado recorrente deve-se a R$ 938 milhões em efeitos não recorrentes positivos no trimestre. A maior contribuição veio da Itautec, subsidiária integral não operacional, que gerou R$ 851 milhões com êxito em processos judiciais e administrativos.
O Itaú Unibanco manteve-se como principal responsável pelo desempenho da holding, com contribuição recorrente de R$ 4,468 bilhões, um avanço de 8,5%. Entre as empresas não financeiras, a Motiva apresentou aumento de 67% em sua contribuição, equivalente a R$ 28 milhões adicionais. Em contrapartida, a dívida líquida da Itaúsa terminou junho em R$ 1,184 bilhão, representando um crescimento de 102% em relação ao ano anterior.
No acumulado do primeiro semestre, a Itaúsa somou lucro líquido de R$ 9,654 bilhões, alta de 21,8% sobre os R$ 7,929 bilhões do mesmo intervalo de 2025. A companhia também informou que pagará R$ 2,3 bilhões líquidos em juros sobre capital próprio em 28 de agosto.


