O modelo de jogos gratuitos, que utiliza microtransações para gerar receita, apresenta padrões de gasto comparáveis aos de apostas, revela estudo. A pesquisa, publicada na revista digital Frontiers in Public Health, detalha como os grandes gastadores são inseridos nesse sistema de consumo.
No universo dos videogames, os jogadores que gastam grandes quantias de dinheiro real em itens virtuais são conhecidos como ‘ballenas’. Esses jogadores adquirem cofres, personagens e outros conteúdos digitais, mesmo em jogos promocionados como gratuitos.
As compras dentro do jogo são um componente central do modelo de negócio, que mantém a receita através dessas microtransações. Até recentemente, não havia clareza sobre a concentração desses gastos entre os jogadores mais ativos.
O estudo publicado nesta sexta-feira aponta que o padrão de gastos da indústria de jogos tem uma analogia direta com o comportamento de apostas, segundo a publicação.

