O programa Jovem Aprendiz surge como principal caminho para o primeiro emprego formal no Brasil, onde a taxa de desocupação entre jovens de 18 a 24 anos atinge 13,8%, segundo o Ministério do Trabalho e Emprego. A iniciativa permite conciliar formação educacional com experiência prática em empresas.
Dados do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que o desemprego entre brasileiros de 18 a 24 anos é de 13,8%, contrastando com o índice geral nacional de 5,8%. Em 2025, o programa Jovem Aprendiz registrou o maior número de contratações desde sua criação, somando 715 mil jovens entre 14 e 24 anos contratados formalmente.
Geovana Moreira Martins, de 19 anos, iniciou sua trajetória na FGR Incorporações, empresa goiana do setor imobiliário. Estudante de Psicologia, ela concilia a graduação com o trabalho administrativo em Aparecida de Goiânia. A jovem relatou que a convivência corporativa ajudou a desenvolver habilidades comportamentais, além dos conhecimentos técnicos.
A trajetória de Denise Rodrigues ilustra o potencial do programa. Ela ingressou na FGR em 2011, aos 16 anos, como arquivista. Quinze anos depois, Denise ocupa o cargo de coordenadora contábil e foi convidada a integrar o quadro de acionistas da companhia.
Rafael Carlos Gonçalves, coordenador de Recursos Humanos da FGR Incorporações, explica que o modelo prepara os jovens para os desafios da carreira. Segundo ele, o programa constrói experiência, disciplina e aprendizado técnico, tratando os aprendizes como profissionais em formação.


