A Justiça manteve Google e Facebook em processo movido por Chico Buarque, Gilberto Gil, Djavan e herdeiros de outros artistas. A ação visa uso de músicas como “Mulheres de Atenas” e “Flor de Lis” em aula paga sem autorização.
A 3ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro rejeitou o pedido das duas plataformas para deixar a ação judicial. O processo envolve o uso de canções em um evento divulgado pelo “Clube Antifeminista”.
O conteúdo, que utilizou as músicas em uma aula paga, foi divulgado nas redes sociais YouTube e Instagram. Os artistas alegam que o uso das obras não teve a devida autorização para esse fim.
A decisão judicial mantém as plataformas envolvidas no litígio contra a deputada estadual Ana Caroline Campagnolo, do PL-SC, e a Livraria Campagnolo.


