Alexandre Kalil, candidato ao governo de Minas Gerais pelo PDT, afirmou que não houve rompimento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O político também justificou sua aliança com o PSDB e criticou a proposta de privatização de empresas estaduais do estado.
Kalil declarou que a suposta desavença com o presidente teria sido criada por terceiros, ressaltando que nunca desrespeitou ou criticou o mandatário federal. O candidato mencionou que optou por não compor uma aliança eleitoral com o PT, o que ele considera apenas uma escolha política.
Sobre a gestão mineira, o ex-prefeito de Belo Horizonte questionou a privatização da Copasa por questões de insegurança jurídica. Já em relação à Cemig, ele afirmou que não permitirá a venda da companhia de energia em um eventual governo. Kalil criticou a administração do ex-governador Romeu Zema, citando o uso de recursos da Vale após a tragédia de Brumadinho.
O político também abordou sua postura em relação a Aécio Neves, reconhecendo críticas passadas durante a disputa pela prefeitura. Ele afirmou não guardar ressentimento e que o PSDB foi o primeiro partido a integrar sua aliança sem impor exigências. Kalil disse que votou em Lula em 2022, após ter votado em Aécio em 2015.


