Pesquisas avançam em duas frentes tecnológicas distintas: o enriquecimento de urânio por lasers e a preservação de órgãos. Uma empresa testará a tecnologia de enriquecimento em escala comercial, enquanto cientistas conseguiram manter rins de porcos viáveis por dias em temperaturas baixas.
A energia nuclear, que hoje fornece cerca de 9% da eletricidade global, pode expandir sua capacidade com métodos de obtenção de combustível mais baratos. Um desses métodos é o enriquecimento por laser. A empresa Global Laser Enrichment (GLE) está prestes a iniciar testes para validar a tecnologia em escala comercial, permitindo separar o material desejado, como o urânio, de resíduos antigos.
No campo da saúde, pesquisadores obtiveram um avanço significativo na preservação de órgãos. Um grupo de cientistas conseguiu superresfriar rins de porcos e mantê-los por dias a uma temperatura de −4 °C. Os órgãos sobreviveram ao armazenamento e foram reimplantados em outros animais, indicando um avanço promissor na área.
Em paralelo, o setor de inteligência artificial enfrenta divisões. Empresas de tecnologia alertam que restringir modelos abertos pode gerar efeitos negativos. Enquanto isso, questões geopolíticas e crimes cibernéticos também dominam o cenário tecnológico, como o caso de fraudes orquestradas por sindicatos chineses em Myanmar.


