O uso de drogômetros nas operações da Lei Seca foi autorizado pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) em resolução publicada na terça-feira. A tecnologia, contudo, enfrenta obstáculos para chegar às ruas, aponta especialistas.
A resolução do Contran representa o início da aplicação dos aparelhos em fiscalizações. No entanto, especialistas apontam desafios significativos para a efetiva implementação da tecnologia.
Um dos principais entraves é o custo dos equipamentos. Os drogômetros podem custar até cinco vezes mais que os bafômetros existentes. Além disso, a operação dos testes pode ser até vinte vezes mais cara que a fiscalização de álcool.
Ainda é necessário definir aspectos cruciais para o uso dos aparelhos. Isso inclui os tipos de dispositivos, os protocolos de uso, a capacitação dos agentes de trânsito e os procedimentos para a confirmação dos resultados obtidos.

