Autoridades liberianas receberam o primeiro voo de deportados dos Estados Unidos na quinta-feira, como parte de um acordo que prevê a aceitação de até mil e duzentos estrangeiros no ano. O voo trouxe nacionais, em sua maioria, da América Latina, como Venezuela, Cuba e Colômbia.
O Ministro da Informação de Liberia, Jerolinmek Piah, informou que muitos dos deportados foram enviados ao país para buscar proteção. Os indivíduos alegam risco de tortura ou abuso em seus países de origem, segundo fontes liberianas.
Liberia afirmou que os recém-chegados refletem seu papel como santuário para pessoas deslocadas. Os migrantes podem deixar o país quando desejarem ou solicitar asilo formal. Eles receberão assistência da Organização Internacional para Migração e da agência de refugiados da ONU.
O acordo de Liberia com os EUA permite a recepção de até mil e duzentos deportados, tornando-o um dos maiores pactos desse tipo no continente africano. O governo liberiano declarou que não exigirá compensação financeira pelo acordo, mas receberá apoio para gerir o programa.


