O presidente Lula declarou ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que seu patrimônio diminuiu R$ 2,6 milhões em comparação com os dados de 2022. O valor total de bens, que era de R$ 7,4 milhões na última eleição, passou a ser de R$ 4,7 milhões na tentativa de reeleição.
A principal causa da redução patrimonial são os planos de previdência privada. Em 2022, o presidente possuía um único VGBL no valor de R$ 5,5 milhões. Na declaração de 2026, ele apresentou dois planos, totalizando R$ 3,3 milhões.
Outros fatores citados incluem a exclusão de “créditos decorrentes de empréstimo pessoal” e a baixa de “devolução de valores bloqueados por determinação judicial”. Houve também alteração nos imóveis em São Bernardo do Campo (SP): de três unidades, restou apenas uma, com seu valor retificado para 50% do imóvel.
A declaração de bens também registrou novas aplicações financeiras, como em um fundo imobiliário e em um “fundo de curto prazo”. Em paralelo, outros candidatos apresentaram suas informações ao TSE; Romeu Zema declarou o maior montante, somando R$ 178,8 milhões.

