O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a confirmação de petróleo na Margem Equatorial envolve interesses do Brasil e da Petrobras. Em pronunciamento no Amapá, ele visitou o navio-sonda da companhia na área, defendendo a exploração.
Lula declarou que a polêmica da Margem Equatorial é conhecida. Ele mencionou que a distância da região até a Foz do Amazonas ultrapassa 500 quilômetros. O governo utiliza essa informação para afastar a exploração de áreas de alta sensibilidade ambiental.
O chefe do Executivo relatou ter defendido o anúncio da prospecção antes da 30ª Conferência das Partes da ONU sobre Mudança do Clima, realizada em novembro de 2025, em Belém, Pará. Ele disse que países europeus demonstrariam insatisfação com o anúncio, devido à incompatibilidade com a pauta ambiental.
O presidente afirmou que a Margem Equatorial representa um “passaporte para o futuro desse país”. Apesar disso, Lula também declarou não negar sua luta por um futuro sem o uso de combustíveis fósseis. Ele ainda comentou que a nomeação de Magda Chambriard na presidência da Petrobras foi positiva.


