Um macaco-prego foi visto bebendo água acumulada em uma bromélia-imperial na Vista Chinesa, ponto turístico do Parque Nacional da Tijuca, no Rio de Janeiro. O registro, feito por um visitante, ilustra o comportamento natural da espécie na Mata Atlântica.
As bromélias funcionam como reservatórios naturais, acumulando água entre as folhas. Esses tanques centrais abrigam anfíbios, aracnídeos e crustáceos, que servem de alimento para diversos animais, incluindo os macacos-pregos.
A planta observada pode ultrapassar três metros de altura e é nativa do bioma Mata Atlântica. Tanto o macaco-prego quanto a bromélia são espécies locais, essenciais para o ecossistema do parque.
O flagrante também serve como alerta aos visitantes da Floresta da Tijuca. Os macacos-pregos conseguem encontrar água e alimento por conta própria no ambiente da floresta.
As autoridades recomendam que não se alimente os animais, pois eles não dependem de intervenção humana para sua sobrevivência.


