O candidato ao governo de Goiás pelo PSDB, Marconi Perillo, defendeu nesta quarta-feira (26) a reformulação da administração fazendária do Estado. Em sabatina com sindicatos da categoria, Perillo propôs separar as pastas de Receita, planejamento, orçamento e Tesouro, que atualmente integram a Secretaria da Economia.
Perillo afirmou que a atual configuração da pasta não funciona e que as atribuições devem ser divididas para garantir a eficiência da administração pública. O candidato declarou que a separação de áreas como a ordenação de despesas e o planejamento em relação à Receita será implementada caso ele seja eleito.
O político disse estar aberto a criar uma estrutura própria para a Receita Estadual, condicionando a decisão ao diálogo com os servidores. Segundo ele, a medida poderá ser o início da solução de problemas estruturais do órgão.
Durante o evento, o presidente do Sindicato dos Funcionários do Fisco do Estado de Goiás (Sindifisco-GO), Paulo Sérgio dos Santos, informou que o quadro ativo de auditores fiscais caiu para 510 profissionais. Santos lembrou que o estado já contou com 1.600 auditores e relatou carências em tecnologia e infraestrutura.
A presidente da Associação dos Funcionários do Fisco do Estado de Goiás (Affego), Dalvina Alves Cardoso, afirmou que a posição do candidato de tratar os servidores como colegas de trabalho é positiva. Cardoso disse que a categoria está disposta a colaborar com a gestão de Perillo.
O candidato classificou os agentes fazendários e auditores fiscais como indispensáveis para o funcionamento de Goiás e para a viabilização do estado por meio da arrecadação.

